Categoria: O Carmo de Outrora

Carlos Ribeiro Junqueira

Autoria: João do Rio Verde. Publicado na Folha Nova, nº 1.389, em 15 de Agosto de 1943. Quando, após longa ausência, visitamos o abençoado rincão onde nascemos, sentimos viver de novo aqueles sonhos dourados que nos atravessaram o espírito no desabrochar da existência, acalentando-nos a alma juvenil com as mais risonhas esperanças. E eis que, …

Isidro Antonio Pereira

Autoria: João do Rio Verde. Publicado na Folha Nova, nº 1.385, em 11 de Julho de 1943. Saudade… Saudade… Eis a companheira inseparável daqueles corações que prestam um culto especial aos tempos idos. Quantas vezes um solitário casebre abandonado em ruínas, um ramalhete de flores secas ou velhas cartas com a caligrafia desbotada pelo desdobrar …

Clara Rangel, a querida Cacaia

Autoria: João do Rio Verde. Publicada na Folha Nova, nº 1.382, em 20 de Junho de 1943. Abandonando este ano pela primeira vez o anzol e o meu bornal nas margens solitárias do Rio Verde, transponho a colina fronteira para, no coração da minha terra natal, em linguagem simples e despretenciosa, em páginas de amor …

Folha Nova

Autoria: João do Rio Verde. Publicado na Folha Nova, nº 1.358, em 3 de Janeiro de 1943. Com o advento de 1943 a Folha Nova entra no trigésimo ano de existência. Só quem conhece de perto as tremendas dificuldades com que luta um jornal do interior – principalmente agora em face da guerra mundial – …

Capitão Francisco Dias Ferraz

Autoria: João do Rio Verde. Publicado na Folha Nova, nº 1.355, em 13 de Dezembro de 1942. Transportemos hoje para estas crônicas um nome querido e sobremodo venerado na história imortal do nosso velho e glorioso Carmo do Rio Verde. O Capitão Francisco Dias Ferraz foi um varão digno e que soube ser nobre e …

Jeronimo Guedes Fernandes

Jerônimo Guedes Fernandes

Autoria: João do Rio Verde. Publicado na Folha Nova nº 1.344, em 27 de Setembro de 1942. Desperta, saudoso Carmo do Rio Verde, tu que vives nas brumas enevoadas de um passado distante, iluminado pelos tristes clarões de uma infinita saudade. Acorda, querida Silvestre Ferraz, cidadezinha poética pousada docemente à orla de uma encantadora colina. …