pollyanna destaque

Sorrindo para a vida

Eu amo rir!
Rir de tudo e de nada.
Rir pra alguém e rir sozinha.
Apenas rir.
Rir, gargalhar, sorrir, mexer a boca, enfim….
São várias as maneiras de ser feliz, rindo!
E se não tiver nada mais do que rir na vida… Ahhh! sempre tem, é só procurar direitinho…
Ache um lado bom em tudo que te acontece, e sorria.
(Aprendi isso no livro Pollyanna, de Eleanor H. Porter.)
Busque sua felicidade, sorrindo!
E principalmente: faça as coisas das quais não gosta, sorrindo!
Porque assim, elas serão muito mais prazerosas!
Aprenda com suas quedas e decepções, não desanime.
E no final de tudo: Sorria para a vida!

Por falar no livro Pollyanna, encontrei um comentário sobre o livro, publicado no blog Pensamento Tangencial, de autoria da Angelica Roz, que achei perfeito e que expressa tudo o que senti quando li o livro.
Convido a todos para visitarem o Pensamento Tangencial. A seguir a resenha que Angelica Roz escreveu sobre o livro Pollyanna:

pollyannaA pequena Beldingsville, uma típica cidadezinha do início do século XX na Nova Inglaterra, Estados Unidos, nunca mais seria a mesma depois da chegada de Pollyanna, uma órfã de 11 anos que vai morar com a tia, a irascível e angustiada Polly Harrington. Por influência da menina, de uma hora para outras tudo começa a mudar no lugar. Tia Polly aos poucos torna-se uma pessoa melhor, mais amável, e o mesmo acontece com praticamente todos os que conhecem a garota e seu incrível “Jogo do Contente”. Uma otimista incurável, Pollyana não aceita desculpas para a infelicidade e emprenha-se de corpo e alma em ensinar às pessoas o caminho de superar a tristeza.

Pollyanna é uma menina encantadora que sempre vê o lado bom das pessoas e da vida. Através do “Jogo do Contente”, ensinado a ela por seu pai, sempre procura ver o lado positivo das situações por piores que sejam.

Para Pollyanna, por pior que esteja a sua vida, sempre é possível encontrar um motivo para se ficar contente, basta procurá-lo.

Em um Natal, quando o seu pai ainda era vivo, ela gostaria de ter ganho uma boneca. No entanto, eles não possuíam dinheiro, viviam de doações. Quando Pollyanna abriu um dos barris que vinham as doações, ficou muito triste, pois veio um par muletas e não a boneca com a qual sonhava. Então, o seu pai disse que, mesmo assim, ela deveria ficar contente. Naquele momento, ela não conseguiu ver como poderia ficar contente diante da situação. Então, o seu pai disse que ela deveria ficar contente porque não precisava usar as muletas! E, assim, surgiu o “Jogo do Contente”.

O pai de Pollyanna morreu e ela foi morar com a sua ranzinza e rica tia em Beldingsville.
Desde que Pollyanna chegou à cidade, a vida dos moradores começou a mudar com o “Jogo do Contente”. Inclusive a sua tia, que não gostava de crianças e das pessoas de um modo geral, passou a ver a vida de um modo diferente.

Enfim, Pollyanna é uma história de otimismo, que nos mostra o quanto somos bobos em nosso dia-a-dia nos preocupando com coisas fúteis, enquanto outras pessoas vivem em situações muito piores que as nossas. Mostra o quanto não valorizamos a nossa vida, vivendo atrás de desejos e conquistas, sem valorizarmos o que temos. É um livro que nos mostra que sempre é possível vermos as situações negativas de forma otimista e que devemos ver o lado bom das pessoas.

Fiquei encantada pelo fato do livro ter sido escrito em 1912 e ainda ter o poder de encantar os leitores de agora.

1ª Edição de Pollyanna - 1913
1ª Edição de Pollyanna – 1913
1ª Edição de Pollyanna, 1913
1ª Edição de Pollyanna, 1913

 

Eleanor H. Porter (1868-1920), autora de Pollyanna
Eleanor H. Porter (1868-1920), autora de Pollyanna

Gostei muito da narrativa da autora, que é leve e gostosa, fazendo com que qualquer criança pequena ou grande (como eu), devore o livro em poucas horas.Além disso, ela conseguiu passar bem os sentimentos e o ponto de vista por parte das crianças. Inocência, alegria, felicidade, valorização de coisas simples, como o dia estar ensolarado e belo são muito bem descritos na obra.
Uma das partes do livro que dei risada foi quando Pollyanna trouxe para casa um gatinho abandonado, pedindo para a sua tia ficar com ele. Depois de alguns dias, ela trouxe um cão. E, mais adiante, trouxe um menino! Sim, um menino! A sua tia quase subiu pelas paredes!

Outra coisa que achei engraçada foi a forma de Pollyanna interpretar os diálogos dos adultos, sempre os levando ao pé da letra. Um dos personagens perguntou se ela tinha bom-senso… Ela respondeu que nunca o tinha o visto, mas sabia que o tinha. Pois, um dia ela ouviu uma conversa entre as Auxiliadoras (mulheres que cuidavam dela enquanto não morava com a tia) dizendo que ela tinha bom-senso. Então, ela sabia que o tinha só não sabia onde estava. Tem vários diálogos desse tipo.

Bom, adorei! Pollyanna é um livro que encanta, emociona e faz rir! Um livro para “crianças” de todas as idades! Recomendo!

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